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Informações Relevantes

•Refira todas as informações que salientem as suas mais valias e aumentem as possibilidades de obter uma entrevista.

•Molde o seu CV ao emprego para o qual se candidata.

•Tamanho reduzido

•Tente reduzir o seu CV a duas folhas.

•Bem organizado

•Divida o seu CV em secções claras (por ex. dados pessoais, formação, experiência profissional, observações etc.) Coloque bastantes espaços em branco para o tornar mais legível.

•Exemplos concretos

•Espírito de equipa, capacidade de perseverança e facilidade de contacto são características bonitas, mas sem exemplos concretos ficam vazias de significado. Indique concretamente como, no passado, demonstrou o seu espírito de equipa ou onde já aplicou a sua capacidade de perseverança.

•Tipo de CV

•Um CV cronológico fornece uma listagem da sua formação e experiência de acordo com uma sequência lógica no tempo. Um CV funcional junta qualidades e características por área relevante.

•Sinceridade

•Uma pequena mentira a seu favor parece inocente mas pode ter consequências negativas. Ao mentir no seu CV arrisca-se a ser apanhado mais cedo ou mais tarde.

•Voz ativa

•Use verbos dinâmicos e ativos como organizar, presidir, ensinar, etc.

•Aparência gráfica

•Cada CV que envia deve ser uma impressão original.

•Manchas, dobras nos cantos e vincos são proibidos.

Quais os elementos obrigatórios num CV?

•Deverá incluir no CV os seus dados pessoais: apelido, nomes próprios, morada, telefone, e-mail, data de nascimento, nacionalidade, estado civil.

•Se lhe pedirem uma fotografia convém escolher uma que seja sóbria. Se não lha pedirem, não a envie.

•O nº do seu BI ou da sua conta bancária, ou os antecedentes dos seus pais, são pouco relevantes e convém omitir.

•Formação: o diploma mais alto é o mais importante (deve indicar a instituição e a data de conclusão do curso).

•Pode eventualmente fazer referência ao seu percurso no ensino secundário, embora não seja muito relevante.

•Cursos adicionais são mencionados na medida em que dizem respeito ao posto para o qual se candidata.

•Conhecimentos de línguas: Indique quais são as línguas que domina e em que medida. Exemplo: ‘Inglês: bons conhecimentos, tanto falado como escrito’.

•Experiência: Indique a sua função, em que empresas trabalhou, quando e durante quanto tempo.

•Faça uma breve descrição das tarefas que desempenhou porque estas podem variar de empresa para empresa. Se ainda não tiver experiência profissional, pode recorrer a um trabalho de férias relevante, a um trabalho temporário ou a um estágio. É importante demonstrar o que aprendeu com essas experiências.

•Outras atividades: Aqui pode mencionar os seus passatempos e conhecimentos (por ex. informática) que podem ser úteis no seu novo emprego. Mencione também o seu envolvimento em atividades académicas e associativas.

O objectivo fundamental da carta de apresentação é por um lado, despertar o interesse da pessoa que vai receber a candidatura, de forma a que o leia com a devida atenção; por outro lado sobressai dados específicos do Curriculum Vitae, conferindo um carácter idóneo para o lugar a que nos candidatamos.

•A carta de apresentação deverá ser breve e simples. Por norma deve ser escrita à mão, mas hoje em dia já se utiliza o computador.

•Esta carta deve, juntamente com o CV, convencer o empregador a chamá-lo para uma entrevista.

•Dirija-se à pessoa certa.

•Comece por dirigir a carta à pessoa certa. Isto é prova de ter o cuidado de mandar a carta a uma determinada pessoa. Não se esqueça de pôr em cima da carta a rubrica assunto, onde esclarece o objectivo da sua carta e, eventualmente, menciona a referência do anúncio.

•Escreva uma boa frase de abertura

•A intenção é destacar-se no meio de muitas respostas. Isto não se consegue com frases usadas como: “Na sequência do seu anúncio ….” ou “Por este via venho candidatar-me ….” Evite linguagem estandardizada ou expressões clássicas e use uma frase de abertura personalizada, original e cheia de entusiasmo.

•Não use palavras demasiado modestas

•”Talvez”, “eventualmente” e “acho” são expressões a evitar.

•Procure o caminho intermédio. Dizer que é a pessoa ideal e que o empregador seria doido se não aproveitasse esta oportunidade, não só mostra um entusiasmo pronunciado como também uma grande dose de arrogância.

•Explique porque se candidata

•Explique o que o atrai na empresa, na função, no sector. Aproveite para mostrar entusiasmo.

•Não se prolongue

•A sua carta pode ter uma página no máximo.

•Convém transmitir a mensagem em frases curtas e dinâmicas com muitos verbos ativos.

•Não mencione a sua inexperiência

•Se não tiver a experiência ou a formação exigida, não o mencione. Escreva antes sobre a sua capacidade de aprender depressa.

•Seja sempre positivo sobre si mesmo.

•Não fale em ordenado

•Não fale de dinheiro na carta. Mencione o ordenado apenas no caso de lhe ter sido pedido no anúncio a que está a responder, senão acredite que vai criar uma impressão negativa.

•Evite terminar com banalidades

•Lembre-se que a última impressão é tão importante como a primeira.

•Não escreva frases feitas mas, por exemplo, “Se achar que temos algo a oferecer um ao outro, estarei sempre disponível para conversarmos numa entrevista”.

É nas entrevistas que tudo se decide. O seu CV pode ser fantástico e o seu perfil o procurado pela empresa, mas se a entrevista corre mal dificilmente ficará com o emprego. Saiba como deve agir numa entrevista e como estar preparado para as perguntas mais complicadas.

•Pontualidade

•Chegue sempre a horas para a entrevista. Se fizer esperar o seu potencial empregador logo no primeiro contacto, ele pode concluir que não é muito importante para si ou que é uma pessoa desleixada.

•Uma boa desculpa para o atraso. Se chegar atrasado, deve ter uma desculpa muito boa para justificar o seu atraso. Um engarrafamento ou uma morada difícil de encontrar são desculpas esfarrapadas. Quando se vai a uma entrevista de candidatura é suposto contar com circunstâncias imprevistas e estar preparado, e com tempo, para elas. Se mesmo assim chegar atrasado, peça desculpa mas não exagere. Há candidatos que chegam 5 minutos atrasados e que ficam 15 minutos a pedir desculpa. •Chegar cedo não é boa ideia

•Chegar muito cedo também não é a melhor opção porque está a ser um peso para a rececionista e vai parecer demasiado ansioso. Se fez mal as contas, vá dar mais uma volta ou tomar um café e nunca beba álcool. Um copo de vinho ou de cerveja pode ter um efeito relaxante, mas também efeitos nefastos no hálito a na imagem com que o entrevistador vai ficar de si.

•Frio e calor: Se estiver muito frio e chegar cedo, aproveite para aquecer tranquilamente as mãos. Assim não vai ter que cumprimentar o entrevistador com uma mão gelada.

•Também no meio de uma onda de calor convém chegar cedo. Pode usar o tempo extra para ir à casa de banho lavar as mãos e refrescar-se. Assim evita um primeiro contacto com uma mão suada e pegajosa.

•O grande momento do dia

•Faça da entrevista o momento principal do dia. Ou seja, disponibilize tempo e não marque outros encontros perto da sua entrevista que o façam estar a olhar constantemente para o relógio. Não ficaria bem e o seu nervosismo iria transparecer.

Pensar que a idade não conta. Esta é uma idade em que, apesar de já ter integrado o regime de licenciatura ou até seguido por outras vias, ainda não se sente seguro o suficiente para ingressar no mercado de trabalho. Esta é uma altura em que começa a delinear o seu futuro e a estipular os seus objetivos. Se pensa que o facto de ter 20 anos não conta, pode estar errado.

Não criar uma rede de contactos. É importante reunir uma rede de contactos. Sejam eles ganhos durante a faculdade ou depois. Uma oportunidade de emprego pode estar por detrás de um deles.

Criar um currículo exagerado e egocêntrico. Este é um erro comum, apesar de não parecer. Não se centre na questão ‘o que pode fazer por mim o meu potencial emprego’, mas sim ‘o que eu fazer pelo entidade que me contratar’. As empresas procuram formas de melhorar os seus negócios, não procuram maneiras de melhorar a vida dos empregados.

Desistir de um trabalho cedo. Antes de o fazer pense e reflita nas repercussões que essa atitude pode ter na sua vida. Para muitos jovens, a primeira coisa em que pensam quando surgem dificuldades no local de trabalho é desistir, sem antes refletir ou pensar em soluções para contornar o problema.

Deixar de investir em si mesmo. O elemento mais importante da sua carreira deve ser você. Dessa forma, nunca deve deixar de investir em si. Aposte em cursos e formações que possam ajudá-lo a desenvolver as suas competências.

Pensar que sabe tudo. Mesmo que tenha obtido bons resultados durante os tempos de escola ou de faculdade, não significa que saiba tudo. A aprendizagem é constante e deve estar pronto para ser corrigido, ou para adicionar mais informação à que já conhecia.

Ignorar a hierarquia. Quando se estreia no mercado de trabalho deve respeitar os seus superiores.

Não definir metas. Os objetivos devem ser definidos, tenha ou não a expectativa de se afirmar dentro da companhia.

Não avaliar as ofertas de trabalho. A pressa em conseguir um emprego remunerado pode ser prejudicial. Procure informar-se sobre as condições, não deixe que o enganem.

Competição. A competitividade pode ser boa até certo ponto. Não comece a medir o seu esforço com o dos outros.

Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/

Nem só o que é dito é avaliado numa entrevista de emprego. Aliás, a sua linguagem corporal pode arruinar a sua prestação e destruir as suas hipóteses de sucesso. Parece-lhe exagerado? Pois, saiba que não é. Simples gestos, uma postura inadequada ou certas expressões podem transmitir muita informação aos recrutadores e, em certos casos, não só compromete a imagem do candidato, como ainda podem “passar mensagens” erradas sobre a personalidade ou caráter profissional do mesmo. Para evitar cair nesta “armadilha” saiba quais os gestos que não deve fazer numa entrevista de emprego.

7 GESTOS QUE VAI QUERER EVITAR NA SUA PRÓXIMA ENTREVISTA

Pode até ter um Curriculum Vitae (CV) irrepreensível e ter todas as respostas na “ponta da língua”, mas se o seu rosto e o seu corpo transmitirem uma mensagem diferente das suas palavras está a caminho do “precipício”.

Já aqui falamos antes da importância da linguagem corporal numa entrevista de emprego e, já nessa altura, ressalvamos que deve ter particular atenção aos seus gestos, à postura que adapta e até a certos comportamentos. A verdade é que a comunicação se faz por mais do que palavras e, num cenário de entrevista de emprego, tudo conta e os seus recrutadores vão prestar atenção a esses detalhes que podem, inclusivamente, custar-lhe o emprego. E agora ainda acha que é exagero? Não é.

Conheça os sete gestos que deve (e vai querer) evitar na sua próxima entrevista.

1. UM APERTO DE MÃO FRACO

Tudo começa com um simples aperto de mão. Quando se encontra e conhece pela primeira vez com o seu recrutador é normal que se cumprimentem com um aperto de mão. A forma como cumprimenta o seu recrutador vai dizer-lhe muito sobre si. Se lhe der um aperto de mão fraco ele vai achar que isso é um reflexo da sua personalidade. O ideal é que entre com um aperto de mão forte e seguro, que mostre que está confiante em si e nas suas capacidades e firme na sua convicção de ser selecionado para a posição.

2. CRUZAR OS BRAÇOS

Não o faça. Além de ser um pouco rude dá a ideia de que está na defensiva ou desconfortável com algo e isso não é algo que os recrutadores gostem ou queiram ver. Tente sempre mostrar-se interessado e recetivo às questões e/ou ideias que estão a ser discutidas.

3. MÁ POSTURA

Há quem se aproxime demasiado do recrutador e invada o espaço dele ou ainda quem decida reclinar-se na cadeira, por exemplo. Quer saber o melhor? Ambas estão erradas e podem ser interpretadas como sinais de arrogância ou falta de respeito. Está a ser entrevistado, por isso, siga as regras de etiqueta convencionadas para estas situações. Sente-se direito e mantenha uma boa postura no decorrer de toda a entrevista.

4. EVITAR OU QUEBRAR O CONTACTO VISUAL

Há quem tenha particular dificuldade em manter o contacto visual com outras pessoas, principalmente em situações de avaliação. Mas para bem do seu sucesso na entrevista faça por manter o contacto visual com o seu recrutador. A falta de contacto visual pode dar a ideia de que não está seguro das suas respostas ou capacidades, ou (pior!) que está a mentir ou a esconder algo. Ao olhar diretamente o seu entrevistador mostra confiança e segurança da sua posição. Ainda assim, manter contacto visual com o recrutador não significa que tenha que ficar a olhar para ele fixamente. Aja com naturalidade.

5. REVELAR TIQUES NERVOSOS

É normal que esteja nervoso e, nesse caso, o melhor é começar já a ler as nossas dicas para fintar os nervos antes da entrevista de emprego. Se é daquelas pessoas que quando fica nervosa começa a mexer impacientemente nas pulseiras ou anéis, que gesticula demasiado ou bate insistentemente com a perna ou caneta é essencial que aprenda a ter consciência desses seus tiques e, acima e tudo, que os controle. Para o recrutador este tipo de tiques são sinais de ansiedade e insegurança, pelo que o melhor é evitá-los.

6. NÃO SORRIR

Um sorriso além de ficar sempre, ajuda a criar empatia entre si e o recrutador. Isto sem falar que ainda releva tranquilidade da sua parte Simples e eficaz.

7. MOSTRAR-SE IMPACIENTE OU DESINTERESSADO

Olhar constantemente para o relógio, rolar os olhos, bocejar ou suspirar, são apenas alguns exemplos de gestos e comportamentos que vai mesmo querer evitar, pelo menos se quiser mesmo ficar com o emprego. Para o recrutador, estes gestos revelam desinteresse e impaciência (seja com a duração da entrevista ou com o que está a ser dito, por exemplo). E acredite, ninguém vai selecionar um “nervosinho”.

FAÇA OS SEUS GESTOS FALAREM POR SI

Da próxima vez que sair de uma entrevista de emprego a achar que algo está errado mas não sabe o quê, analise a sua postura e a linguagem corporal e talvez seja capaz de perceber onde foi que errou.

Lembre-se, o princípio é simples: os seus gestos também falam por si, portanto, assegure-se que “dizem” apenas o melhor e arrase na sua próxima entrevista.

Fonte: http://www.e-konomista.pt/

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